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Os três pilares do desenho infantil

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  Os Três Pilares do Desenho Infantil The Three Pillars of Children’s Drawing Meus alunos mais novos começam a aprender os principais fundamentos do desenho a partir dos seis anos. Nessa fase, eles já estão preparados para compreender e assimilar os três pilares que possibilitam um desenvolvimento seguro, estruturado e constante: o traço, a proporção e a simetria. Esses fundamentos são trabalhados de forma gradual, respeitando o tempo de cada criança e tornando o aprendizado leve, prazeroso e motivador. O Traço O aluno precisa aprimorar esse fundamento técnico por meio da prática constante. No início, a quantidade de exercícios e o ritmo de treino são muito importantes. É comum que a criança aperte demais o lápis, produzindo traços duros e imprecisos. Isso pode gerar insegurança e até desmotivação. Para vencer essa etapa, meus alunos treinam bastante com desenhos simples, baseados em formas geométricas. Essas formas dão segurança, organização visual e ajudam a controlar melhor o mo...

Horus

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  Desenho do Horus Giz pastel seco Formato A3 Essa técnica é bem interessante e muito rápida. Após um esboço simples,  para ajustar a proporção, feito com lápis grafite, apliquei às camadas mais claras. Fui definindo com as cores escuras, esfumando e misturando com os dedos. Desse modo, você controla bem os volumes e pode corrigir texturas e detalhes. Indico para estudantes do nível intermediário que têm alguma experiência com lápis de cor. Se você quiser desenvolver essa ou outra técnica de desenho com supervisão, entre em contato pelo WhatsApp 14 98146-0393 que terei prazer em ajudá-lo.  Obrigado por visitar nosso blog.  Volte sempre!

O Enigma da Boiada Desaparecida

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 O Enigma da Boiada Desaparecida The Mystery of the Vanishing Cattle Nas histórias da minha família, poucas aventuras são tão cheias de coragem quanto as do meu avô João Martins — tropeiro valente, perspicaz e dono de uma intuição que salvou muita gente pelos caminhos poeirentos do interior. Era meados dos anos 1930 quando ele seguia rumo ao Mato Grosso, conduzindo cento e cinquenta cabeças de gado, numa viagem que duraria quase três meses. Minha vó Dina contava que foi nessa jornada que viveram um dos maiores apertos da vida. Já perto da divisa entre São Paulo e Mato Grosso do Sul, meu avô percebeu algo estranho: algumas vacas haviam desaparecido, como se tivessem evaporado da noite para o dia. Chamou os peões, conferiram a boiada, organizaram vigílias — mas nada. Nem um movimento, nem um mugido suspeito. E, ainda assim, na manhã seguinte, mais duas cabeças haviam sumido. Intrigado, João tomou uma decisão: — Essa noite eu mesmo fico de vigília. Vamos ver o que está acontecendo. E ...